Ao escrever aquela carta era como se estivesse a ter um diálogo com a minha amiga, enquanto fumávamos um cigarrinho na varanda, como nos velhos tempos.
Não falo com ela há mais de um ano, vamos trocando sms, só que eu não gosto de ter aquelas conversas intermináveis ao telemóvel, ela também não é de ligar muito, mas sabemos que uma estará sempre "aqui" para a outra... à distância de um mail, telefonema, cartinha ou de uma viagem de avião...
Não falo com ela há mais de um ano, vamos trocando sms, só que eu não gosto de ter aquelas conversas intermináveis ao telemóvel, ela também não é de ligar muito, mas sabemos que uma estará sempre "aqui" para a outra... à distância de um mail, telefonema, cartinha ou de uma viagem de avião...Mas sinto muito a falta dela. De todas as pessoas que já tive o privilégio de conhecer na vida, ela é uma das que mais admiro! É uma pessoa que inspira as outras para viver, é inteligente, culta, com um sentido de humor particular, boa ouvinte e amiga... muito amiga.
Com ela fui à Irlanda, a Madrid, ela veio conhecer a minha terrinha, eu fui conhecer a dela, demos vários passeios pelo Continente, e acima de tudo, ela ajudou-me a descobrir pedacinhos de mim própria.
Para além da cartinha e dos tesourinhos deprimentes enviei-lhe chá do Porto Formoso, pimentinha da terra e um maço de cigarros dos Açores, para ela matar saudades.
Em dois dias a encomenda já tinha chegado a seu destino... haja eficiência dos CTT!Saudades tuas, corisca mal amanhada!
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:)
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